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Radar: Ferramenta ajuda empreendedor a identificar ideias e locais para seu novo negócio

Radar: Ferramenta ajuda empreendedor a identificar ideias e locais para seu novo negócio
Foto: Bahia Notícias

Trinta e oito porcento dos empreendedores não sabem o número de concorrentes da região onde instalarão seu negócio, enquanto que 37% não conseguem identificar um bom ponto de vida. A expectativa do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Bahia (Sebrae Bahia) é que esse número seja reduzido a partir desta quinta-feira (9), com o lançamento do Radar Sebrae. “Ferramenta inovadora. Vai permitir a alguém que quer abrir uma empresa ter informações mais detalhadas sobre o local, aquele negócio, quais as melhores oportunidades associadas àquele espaço. A gente cruza uma série de informações – dados geográficos, dados demográficos, plano diretor dos municípios, sobre empresas que ali estão – sobre os concorrentes, sobre os clientes, de forma muito intuitiva”, explicou Adhvan Furtado, superintendente do Sebrae. A ferramenta está disponível no site www.radarsebrae.com.br e em aplicativo para dispositivos Android e iOS – este último a partir da próxima semana. Para aproveitar a ferramenta, é preciso escolher um segmento e atividade e selecionar o perfil do público (ou personalizar um, já que o software oferece a opção). Em seguida o Radar Sebrae mostrará os melhores locais para instalação do negócio, inclusive com informações adicionais sobre a região: número de habitantes; perfil de consumo; quantas empresas daquele segmento existem; estimativa de quantos funcionários cada estabelecimento possui; qual o tempo médio de vida das empresas semelhantes, tendências de negócios e dicas para sustentabilidade do empreendimento. A ferramenta foi lançada com dados de 14 cidades baianas, as maiores de cada território: Salvador, Barreiras, Camaçari, Feira de Santana, Ilhéus, Irecê, Itabuna, Jacobina, Juazeiro, Lauro de Freitas, Porto Seguro, Santo Antônio de Jesus, Teixeira de Freitas e Vitória da Conquista. “A ampliação das cidades depende da informação necessária que a gente tem. A qualidade da informação é fundamental. As cidades que têm PDDU, base demográfica do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] consistente e informações georreferenciada são cidades que a gente consegue fazer com que a ferramenta seja mais interessante e funcional para o cliente”, acrescentou Furtado. Além do IBGE e do próprio Sebrae Bahia, a ferramenta cruza informações das prefeituras, Google e do Caged. Cerca de R$ 300 mil foram investidos no desenvolvimento do programa no último ano e meio. 

por Estela Marques

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