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Temer pede 'trégua' de três dias, mas caminhoneiros em greve não aceitam


O presidente Michel Temer (MDB) apelou aos caminhoneiros que dessem uma trégua de até três dias na paralisação nacional, mas afirmou que o pedido não foi aceito pela categoria. 
Temer ressaltou que o governo está trabalhando para dar "tranquilidade" e para evitar o desabastecimento no país. Ele abordou o assunto durante uma cerimônia de lançamento da Nova Identidade Digital, com uma ampliação dos serviços via internet.
O presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Bueno, afirmou que o movimento dos caminhoneiros vai continuar porque o governo não avançou nas propostas para a categoria, além do fim da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide). 
Ao deixar uma reunião no Planalto a cerca da paralisação, o dirigete disse que os ministros mais justificaram a impossibilidade de atender a demanda dos trabalhadores que apresentaram contrapropostas. 
Um novo encontro foi marcado para esta quinta-feira (24).

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